![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
|
EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS ATUALMENTE EM CARTAZ Uma Assinatura na Arte Anônima: dito Pituba Período: 11/05 a 30/06 O Museu de Arte Sacra de São Paulo, instituição da Secretaria da Cultura, exibe uma amostra muito especial de seu acervo: obras de Benedito Amaro de Oliveira, dito Pituba, santeiro popular do interior de São Paulo da virada do século XIX para o XX. Pituba trabalhou com barro, madeira e gesso e produziu pequenas imagens de santos, crucifixos, oratórios e os típicos divinos, peças exibidas nesta mostra temporária, intitulada “Uma Assinatura na Arte Anônima: dito Pituba”. A Arte Sacra constitui a expressão de experiências pessoais em relação ao sagrado, como também busca manifestá-las de modo pedagógico. Nota-se, assim, uma peculiaridade: a prevalência de obras não assinadas pelos artistas que as produziram. Muitas razões justificam este anonimato. De todas elas, a de maior significado diz respeito ao próprio cerne deste fazer artístico: cada obra é fruto da experiência de fé daquele que a produziu; o indivíduo, através da arte, busca manifestar Deus agindo na sua própria vida, na de uma comunidade, um povo ou uma nação. Em São Paulo, surgiram chamados “santeiros”, que, de modo notável, produziram um memorável acervo de imagens de arte religiosa para atender ao clamor devocional popular. Eram imagens simples, colocadas em pequenos oratórios dentro ou fora das casas. Eram “santeiros” anônimos, pois o ofício bastava-lhes. Em meio a tantos “santeiros”, destaca-se o paulista Pituba, que passou a assinar suas obras, como as que o Museu de Arte Sacra de São Paulo exibe nesta exposição. Exposição: Uma Assinatura na Arte Anônima: dito Pituba Período: 11 de maio a 30 de junho de 2013 Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo. Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo Tel.: (11) 3326.3336 – visitas monitoradas Horário: terça a sexta das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h Ingresso R$ 6,00 (estudantes e professores pagam meia); grátis aos sábados Imprensa: Museu de Arte Sacra de São Paulo Balady Comunicação - Silvia Balady Tel.: (11) 3814-3382 – contato@balady.com.br Secretaria de Estado da Cultura Giulianna Correia – (11) 2627-8243 gcorreia@sp.gov.br Renata Beltrão – (11) 2627-8166 rmbeltrao@sp.gov.br ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Devoção, Memória e Brasilidade - Coleção Ruth e Paschoal Grieco Período: 15/05 a 7/07 ![]() O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, equipamento da Secretaria de Estado da Cultura, inaugura a exposição Memória, Devoção e Brasilidade – Coleção Ruth e Paschoal Grieco, com curadoria de Beatriz Vicente de Azevedo, exibindo 93 peças, entre imaginária, talhas, mobiliário, pinturas e prataria. Funcionalidade e simbolismo são marcas de cada uma das peças pertencentes ao núcleo de prataria sacra cristã desta coleção, reunida pelo casal Grieco, tais como navetas, turíbulos, caldeiras para água benta, sinetas, âmbulas, cálices, galhetas, bacias, gomis, luminárias, candelas e castiçais. Entre os destaques da exposição estão a coroa, o bastão e a salva encimada por uma pomba, objetos utilizados na tradicional Festa do Divino Espírito Santo. A prata não era um material fácil de obter no Brasil colonial e imperial. Ela era trazida das minas de Potosí (Bolívia) através do Rio da Prata, do México e da Espanha. Era também fundida por ourives a partir de objetos estragados ou fora de moda. Uma outra alternativa foi o uso das moedas circulantes, devido, inclusive, à qualidade da liga de cunhagem. O uso das moedas para a produção de objetos em prata foi tão intenso que, para se ter ideia, o dinheiro na colônia tornou-se escasso. Após inúmeras tentativas de se fiscalizar metais e pedras preciosas em circulação pelo Brasil, foi promulgada em 1766 a Carta Régia, que proibiu terminantemente o ofício de ourives no país, lei esta que vigorou até 1815. Durante esses 49 anos os ourives continuaram a atuar e, ao que tudo indica, em maior número. Peças desse período revelam um aprimoramento técnico desses artistas perseguidos. “Os bens culturais que Ruth e Paschoal com rigor e critério reuniram ao longo de mais de quatro décadas são testemunhos ‘sólidos’ e relevantes da memória e da identidade brasileira”, comenta Beatriz Vicente de Azevedo sobre os objetos em exibição. “Cada peça que integra a coleção passou pela lupa, pelo estudo de publicações e pela pesquisa minuciosa”, diz ainda. Um dos objetivos da mostra é reafirmar a enorme importância que as coleções particulares possuem para a preservação de patrimônios culturais. “Após o contato com o objeto, tem início uma inquietação, um desassossego que se traduz em muita observação, pesquisa, estudo e crítica. O casal Grieco é extremamente rigoroso nas escolhas, apesar de ser encantado com a força e o sabor da arte brasileira do período colonial e imperial”, avalia a curadora. Além dos objetos em prata, será exibida uma seleção de pinturas, móveis e imagens, também da coleção Ruth e Paschoal Grieco, iconografias utilizadas tanto para o culto litúrgico, oficiado nas igrejas, quanto para as devoções domésticas e populares. Exposição: Memória, Devoção e Brasilidade – Coleção Ruth e Paschoal Grieco Curadoria: Beatriz Vicente de Azevedo Abertura: 14 de maio de 2013, terça-feira, às 19h Período: 15 de maio a 07 de julho de 2013 Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo. Avenida Tiradentes, 676, Luz, São Paulo. Metrô Tiradentes. Tel.: (11) 3326.3336 – visitas monitoradas Horário: terça a sexta das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h Ingresso: R$ 6,00 (estudantes e professores pagam meia); grátis aos sábados Número de peças: 93 Imprensa: Museu de Arte Sacra de São Paulo Balady Comunicação - Silvia Balady/ Bruno Palma Tel.: (11) 3814-3382 – contato@balady.com.br Secretaria de Estado da Cultura Giulianna Correia – (11) 2627-8243 gcorreia@sp.gov.br Renata Beltrão – (11) 2627-8166 rmbeltrao@sp.gov.br |
|
| |
|
Secretaria
de Estado da Cultura Ouvidoria da Secretaria de Estado da Cultura |