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EXPOSIÇÕES ENCERRADAS


BENEDITO DAS FLORES E ANTONIO DE CATEGERÓ

Período: 18/11/2011 a 01/04/2012

Abertura ao público em 18 de Novembro, em comemoração ao dia da "Consciência Negra", até 10 de Março de 2012.


Romulo Fialdini
- Fotógrafo

O Museu de Arte Sacra, com o apoio da Secretaria de Cultura e da Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo, preparou uma exposição especial em comemoração ao Dia da Consciência Negra: Benedito das Flores e Antonio do Categeró, trazendo 170 esculturas representando os dois santos, que tem em comum a origem negra e um grande número de devotos no Brasil e no mundo. 

A mostra, com curadoria de Emanoel Araujo, é a última do ciclo de exposições temporárias de 2011 do museu, e conta com obras da coleção do Museu de Arte Sacra de São Paulo, do Museu Afro Brasil e de coleções particulares.




“A Arte em Presépios”

Período: 06/12/2011 a 08/01/2012

A partir deste ano o Museu de Arte Sacra de São Paulo, em uma de suas salas de exposições temporárias apresentará uma mostra, durante os festejos de fim de ano, composta de presépios cedidos por empréstimo por Cônsules de vários países e por Colecionadores particulares.

O Museu de Arte Sacra, em seu acervo, conta com uma maravilhosa coleção de presépios, parte exposta durante todo o ano no “Museu dos Presépios” instalado na antiga “Casa do Capelão” no Mosteiro da Luz.

O mais imponente deles, é o Napolitano do século XVIII e que pertenceu a Ciccillo Matarazzo.

A idéia de um “Museu de Presépios” teve início em 1949, quando Francisco Matarazzo Sobrinho, o Ciccillo, trouxe da Itália um exemplar do precioso presépio napolitano do século XVIII, composto por 1620 peças, semelhante aos do Palácio Real de Nápoles e da Basílica de São Cosme e Damião, nas ruínas do Fórum Romano.

“A Arte em Presépios”

 

ORATÓRIOS BARROCOS - ARTE E DEVOÇÃO NA COLEÇÃO CASAGRANDE        
Período: 23/08 a 30/10/2011.
O Museu de Arte Sacra de São Paulo abre a exposição Oratórios Barrocos - Arte e Devoção na Coleção Casagrande, composta por oratórios de diversos tipos, oriundos de diferentes partes do Brasil, além de esculturas, pinturas, tapeçaria e objetos que demonstram devoção. Acompanham a mostra, grande quantidade de imaginária - a maior parte datada dos séculos XVII e XVIII.
A curadoria é de Percival Tirapeli.  
 
Coleção de Presépios
Exposição permanente do Museu de Arte Sacra de São Paulo
O Museu de Arte Sacra possui em seu acervo uma vertente tipológica absolutamente singular, representada por 130 conjuntos presepistas oriundos de diferentes países e regiões do Brasil.
Parte deste importante acervo está em exposição permanente, juntamente com o Presépio Napolitano, na área que outrora foi a Casa do Capelão do Mosteiro da Luz.
Mais informações sobre a Coleção de Presépios »
 
Acervo - Séculos XVII e XVIII
Exposição permanente do Museu de Arte Sacra de São Paulo
O acervo atualmente exposto é composto por retábulos, altares, oratórios, imagens sacras, livros raros, prataria, ourivesaria, mobiliário, telas, objetos e vestimentas litúrgicas, cobrindo os séculos XVII e XVIII.


ARTE SACRA POPULAR
O contraponto do despojamento
 
Período: de 08/06 a 14/08/2011.
O Museu de Arte Sacra de São Paulo abriu suas portas para uma exposição de arte sacra popular, o que vem a se constituir em um fato muito significativo pelo reconhecimento que se confere a este tipo de manifestação artística.
Algumas pessoas encaram esta forma de expressão como uma arte menor, sem compreender sua real dimensão. Trata-se de se exprimir através de diferentes vias, pro um caminho próprio.
Para fazer a curadoria desta exposição foi convidada Edna Matosinho de Pontes, que atualmente dirige a Galeria Pontes.
Na visão da curadora, a arte popular é a viva expressão da criatividade do nosso povo. Através da sua fantasia o artista reinventa a realidade, estabelecendo íntima relação entre o real e o simbólico.
   Mais informações sobre a exposição. »


VESTES SAGRADAS
Período: de 08/06 a 07/08/2011.
Por que há padres que se vestem modestamente com hábitos marrons e outros com roupas bordadas a ouro? Por que nas cerimônias na igreja as roupas do padre têm cores e símbolos diferentes ao longo do ano? O modelo, tamanho e material de um chapéu de padre pode explicar sua importância na comunidade religiosa? Buscando responder a estas e outras questões formuladas por pessoas das mais diversas orientações religiosas, mas interessadas em arte, o Museu de Arte Sacra de São Paulo promove, a partir de 07 de junho, original exposição sobre vestimentas religiosas através dos tempos. A curadoria de Vestes Sagradas é de Percival Tirapeli, professor titular em artes visuais da UNESP em São Paulo.
Estas vestimentas são as que foram usadas nas celebrações litúrgicas da Igreja Católica desde os seus primórdios e evoluíram de acordo com a maior riqueza e brilho conferido aos cultos, passando a ser consideradas como arte. A evolução da arte da confecção de tais paramentos, seja na tecnologia, seja na ornamentação, pode ser apreciada nesta exposição, que inclui uma linha do tempo e apresenta os mais destacados momentos da arte sacra em vestimentas e tecelagem. As peças têxteis apresentam-se contextualizadas e ambientadas, ao lado de importantes obras de arte como pinturas, esculturas e oratórios. Mas não apenas a igreja católica romana: também a igreja cristã oriental, em seus ritos bizantinos e russos, está representada em Vestes Sagradas, bem como análises estéticas de obras têxteis, apontamentos sobre os símbolos utilizados nos ritos, modelos de vestes renascentistas e medievais.
Com o avanço das técnicas de tecelagem, as vestimentas utilizadas nas cerimônias religiosas modificaram-se, passando a usar tecidos como as sedas, os brocados e os veludos. Na ornamentação, passaram a ser utilizados bordados e aplicações em ouro e prata, novos pontos foram criados especialmente por hábeis e devotas mãos - inicialmente de religiosas, mais tarde por artesãos e mesmo empresas especializadas. Uma forma de enobrecer a simbologia do ideário religioso, simbologia esta também apresentada em suas cores e formas em Vestes Sagradas.
Na exposição destacam-se instrumentos de bordar e tecer, modelos diferenciados e as casulas e as capas pluviais, entre elas aquela de um bispo peruano do século XVII. A peça, preciosa e bela, utiliza plaquetas de ouro - material abundante na região andina à época colonial.
 

CRUX CRUCIS CRUCIFIXUS - O UNIVERSO SIMBÓLICO DA CRUZ
Refazendo parte do antigo "caminho da fé" de São Paulo
Período: de 11/03 a 22/05/2011.
Refazendo parte do antigo "caminho da fé" de São Paulo, que ligava centros religiosos da cidade, o Museu de Arte Sacra de São Paulo realizará, no dia 11/03/2011, o translado da Relíquia da Santa Cruz, do Mosteiro de São Bento de São Paulo (fundado em 1598) para o Mosteiro da Luz (fundado em 1774), local onde se localiza o Museu.
Tal evento marcará a abertura da exposição "CRUX, CRUCIS E CRUCIFIXUS - O UNIVERSO SIMBÓLICO DA CRUZ", que se prolongará até o dia 22/05/2011.
Este caminho era rota de peregrinos que o repetiam anualmente. Como os Mosteiros, um da Ordem Beneditina, outro da Ordem Concepcionista e a Catedral da Sé, eram muito freqüentados pelo povo, tornaram-se locais de peregrinação e de culto. Devido a este fato, eram visitados conjuntamente. Ao longo do tempo esse caminho passou a ser realizado por um número maior de pessoas e passou a ser chamado: "Caminho da Fé de São Paulo".
Tal roteiro (quase uma linha reta), iniciava-se pela Catedral da Sé, passando em seguida pela Igreja do Pátio do Colégio, Mosteiro de São Bento, Igreja de S. Cristovão e finalmente, o Mosteiro da Luz.
Utilizando-se desta tradição, muito cultivada até fins do séc. XIX, o Museu de Arte Sacra de São Paulo realizará o translado da Relíquia, partindo do Mosteiro de São Bento e seguindo o mesmo caminho acima citado, considerado histórico na cidade. Este evento será aberto ao público em geral, reavivando a memória histórica e urbana.
Mais informações sobre a exposição CRUX CRUCIS CRUCIFIXUS »
 

O Ano Litúrgico
Exposições suspensas por tempo indeterminado.
Em 14/04/2011, a Companhia do Metropolitano de São Paulo comunicou à direção do Museu de Arte Sacra de São Paulo que a partir de 15/04/2011 não haveria mais a prestação de serviço de vigilância e segurança na exposição temporária na estação Tiradentes do Metrô.
Por esse motivo e visando garantir a integridade das peças tombadas ali expostas, o Museu de Arte Sacra de São Paulo comunica aos visitantes que se vê na obrigação de recolher as peças e suspender o programa de exposições previstas até se encontre uma solução para o problema.
O Museu de Arte Sacra de São Paulo se compromete a receber todas as filipetas promocionais já distribuídas e de antemão, pede desculpa por quaisquer transtornos.
Durante o ano de 2011, as seis exposições que o Museu de Arte Sacra de São Paulo oferecerá ao público do Metrô terão um tema em comum, o "Ano Litúrgico".
O ano civil começa em 1º de janeiro, ao passo que a liturgia católica segue outro calendário. Este tem como base as fases da lua, compondo-se de dois grandes ciclos: o Natal e a Páscoa. São como dois pólos em torno dos quais gira todo o ano litúrgico. Cada parte se refere a uma celebração específica e a um mistério da salvação: advento, natal, páscoa e tempo comum.
Informações adicionais »
 

Aleijadinho, Arte e Fé Brasileira - Ofício Divino
Exposição anterior realizada de 16/10/2010 a 30/01/2011
O Governo de São Paulo, a Secretaria de Estado da Cultura e o Museu de Arte Sacra apresentam a exposição "Aleijadinho: Arte e fé Brasileira - Ofício Divino", a partir de 16 de outubro, no Museu de Arte Sacra de São Paulo. A exposição traz esculturas que marcaram as cinco fases da produção artística do mestre do barroco brasileiro Antônio Francisco Lisboa.
As 51 peças pertencem à coleção de Renato de Almeida Whitaker e têm atribuição de autoria assinada por conceituados estudiosos da obra do artista. De acordo com o curador Marcelo Coimbra, é possível identificar nas esculturas, que representam, na maioria, santos e símbolos da fé católica, os sinais característicos de cada período da produção de Aleijadinho.
Nesse sentido, a exposição é pioneira. "O público ainda não teve a oportunidade de ver reunido um acervo tão representativo da evolução artística do mestre", explicou o curador. Dez obras são inéditas, com destaque para um São Francisco de Assis, uma rara miniatura em madeira policromada, medindo apenas 6 cm, e uma Sant'Anna Mestra de 28 cm, muito parecida com a imagem exposta no Museu do Ouro, de Sabará (MG), uma das mais apreciadas esculturas de Aleijadinho.
Réplicas em resina de quatro peças ficarão expostas em local de acesso fácil para serem tocadas por pessoas portadoras de deficiência visual. É uma forma, de revelar outra face do mestre que, superando as conhecidas limitações físicas, entregou-se ao ofício da arte até o final da vida.
 
  Artigo completo com fotos sobre a exposição »
 
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